Família: Urticáceas.
Nomes populares: Urtiga-da-miúda.
Características: Haste vermelha. Folhas alternas ou opostas e dotadas de estípulas. O pecíolo, também vermelho, sustenta um limbo oval ou elíptico, peninervado, fortemente serreado, crespo, pubescente. Flores unissexuadas, monóicas, reunidas em cachos axiais.
Aplicação: As folhas bem tenras, das extremidades, misturadas com outras ervas, são usadas em saladas ou guisados para estimular as funções digestivas, facilitar a secreção urinária (na hidropisia), ajudar no tratamento da diabete e da anemia.
Em saladas, ensopados, chás, sucos, a urtiga age poderosamente como depurativa do sangue, pelo que se usa nas afecções da pele, gota, reumatismo, etc.
É um bom remédio contra os cálculos renais.
Aumenta a secreção do leite das mulheres que amamentam.
É preciso tomar cuidado com os espinhos da urtiga, ao apanhar suas folhas. Depois de colhidas as folhas, os próprios espinhos ficam murchos, inofensivos.
Parte usada: Toda a planta, fresca e florida.
Dose: 20 gramas para 1 litro de água; 4 a 5 xícaras por dia.
Referências:
BALBACH, Alfons. A flora nacional na medicina doméstica, vol.2. São Paulo: Edições Vida Plena, 11ª edição, p. 839.