Família: Leguminosas.
Nomes populares: Trevo-de-cheiro, trevo-de-carvalho, coroa-de-rei, meliloto, anajá-cheiroso.
Características: É uma formosa planta bisanual. Dá até 70 cm de altura. Folhas pecioladas, compostas. Três folíolos oval-alongados, serreados. Folíolo terminal pediculado. Flores amarelas, pequeninas, em racemos, axilares.
Aplicação: Costuma-se usar esta planta nos casos de: afecções gástricas, afecções nervosas, amenorréia, anúria, reumatismo.
Externamente usa-se o chá desta planta para curar os olhos inflamados, mesmo em casos de conjuntivite.
O suco das flores, fresco, do qual se pingam algumas gotas nos olhos, duas ou três vezes por dia, combate as cataratas.
Como desinfetante, usa-se o chá para lavar feridas, úlceras, etc.
Misturado com mel, o chá dissolve as mucosidades em casos de ronqueira, catarros, resfriados, enfermidades da garganta e do peito.
Em forma de cataplasmas, aplica-se topicamente em casos de amigdalite, bócio, dores de ouvido, inchações em geral.
Parte usada: Toda a planta.
Dose: 20 gramas para 1 litro de água; 4 a 5 xícaras por dia.
Referências:
BALBACH, Alfons. A flora nacional na medicina doméstica, vol.2. São Paulo: Edições Vida Plena, 11ª edição, p. 826.