
Família: Umbelíferas.
Nomes populares: Salsa-cultivada, salsa-de-cheiro, salsa-das-hortas, cheiro.
Outros idiomas: Perejil (países de fala castelhana), Persil (França), Parsley (Inglaterra, EEUU, etc.), Petersilie (Alemanha), Petruschka (Rússia), Prezzemolo (Itália).
Características: Planta herbácea. Haste glabra, fistulosa. Folhas alternadas, amplexicaules, pinadas. Flores amarelas, em umbelas.
Habitat: Cultivada nas hortas.
Aplicação: A raiz encerra qualidades aperientes; as sementes são carminativas.
Diz o Dr. Pio Font Quer:
“Tanto a vergôntea (haste) como a raiz da salsa são aperitivas e estimulantes, diuréticas e emenagogas; porém, para provocar ou regularizar a menstruação, usam-se de preferência os frutos.
“Exteriormente, em forma de cataplasmas, as folhas machucadas ou pisadas limpam as chagas e úlceras, e facilitam sua cicatrização.”
A salsa é também recomendada nos casos de febres, blenorragia, priapismo, uretrite, dispepsia, hidropisia, icterícia, intumescimento do fígado e do baço.
A salsa triturada é fortemente hemostática. Nos casos de epistaxe, introduz-se nas narinas uma bolinha de salsa amassada entre os dedos.
Referências:
BALBACH, Alfons. A flora nacional na medicina doméstica, vol.2. São Paulo: Edições Vida Plena, 11ª edição, p. 782.