SALSA (Petroselinum sativum, Apium petroselinum, Athamanta petroselinum, Carum petroselinum, Apium hortense)

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Pétrick Gouvêa
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Foto: H. Zell
Foto: Franz Eugen Köhler, Köhler’s Medizinal-Pflanzen

Família: Umbelíferas.

Nomes populares: Salsa-cultivada, salsa-de-cheiro, salsa-das-hortas, cheiro.

Outros idiomas: Perejil (países de fala castelhana), Persil (França), Parsley (Inglaterra, EEUU, etc.), Petersilie (Alemanha), Petruschka (Rússia), Prezzemolo (Itália).

Características: Planta herbácea. Haste glabra, fistulosa. Folhas alternadas, amplexicaules, pinadas. Flores amarelas, em umbelas.

Habitat: Cultivada nas hortas.

Aplicação: A raiz encerra qualidades aperientes; as sementes são carminativas.

Diz o Dr. Pio Font Quer:

“Tanto a vergôntea (haste) como a raiz da salsa são aperitivas e estimulantes, diuréticas e emenagogas; porém, para provocar ou regularizar a menstruação, usam-se de preferência os frutos.

“Exteriormente, em forma de cataplasmas, as folhas machucadas ou pisadas limpam as chagas e úlceras, e facilitam sua cicatrização.”

A salsa é também recomendada nos casos de febres, blenorragia, priapismo, uretrite, dispepsia, hidropisia, icterícia, intumescimento do fígado e do baço.

A salsa triturada é fortemente hemostática. Nos casos de epistaxe, introduz-se nas narinas uma bolinha de salsa amassada entre os dedos.

 

Referências:

BALBACH, Alfons. A flora nacional na medicina doméstica, vol.2. São Paulo: Edições Vida Plena, 11ª edição, p. 782.

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