Família: Malváceas.
Nomes populares: Malva-grande, malva-verde, malva-de-botica, malva-silvestre.
Características: Planta herbácea. Da raiz levantam-se diversas hastes cilíndricas, erectas, ramosas. Folhas alternas, longipecioladas, recortadas em 5 a 7 lobos pouco profundos, obtusos, de bordos serreados. Flores róseas com estrias vermelhas, reunidas em cimeiras de 3 a 5 nas axilas das folhas. Fruto deprimido, dotado de cálice persistente e composto de numerosos aquênios monospermos.
Aplicação: As folhas e as flores da malva são béquicas, calmantes, emolientes. As raízes também são emolientes.
A malva é um excelente remédio para curar os catarros de qualquer espécie.
Em gargarejos ou inalações, dá bom resultado nas enfermidades da garganta e ouvido.
Em fomentações, a infusão das folhas e flores é indicada contra as inflamações externas.
A malva substitui a altéia em todas as suas aplicações.
Partes usadas: Folhas, flores e raízes.
Dose: Folhas e raízes, normal; flores, 10 gramas para 1 litros de água; 4 a 5 xícaras por dia. Para uso externo, adota-se dose dobrada.
Em compressas aplica-se a infusão desta planta sobre abscessos, furúnculos, etc.
Referências:
BALBACH, Alfons. A flora nacional na medicina doméstica, vol.2. São Paulo: Edições Vida Plena, 11ª edição, pp. 701-703.