GUAIACO (Guaiacum officinale)

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Pétrick Gouvêa
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Foto: Forest & Kim Starr
Foto: Franz Eugen Köhler, Köhler’s Medizinal-Pflanzen

Família: Zigofiláceas.

Nomes populares: Pau-santo, gáiaco.

Características: Árvore alta. Ramos cinzentos e rugosos. Folhas paripenadas, compostas de dois ou três pares de folíolos opostos, sésseis, ovais, obtusos. Flores azuis, em número de seis a dez na axila das folhas superiores. Fruto capsular.

Aplicação: Tem efeito depurativo, diaforético e diurético. Emprega-se contra afecções da pele, amenorréia, asma, bronquite, catarros crônicos, escrofulose, gota, gripe, resfriados, reumatismo, sífilis.

A respeito do guaiaco, o Dr. Leo Manfred se exprime assim:

“A resina dessa árvore encerra propriedades para curar a sífilis crônica, a saber, as complicações sifilíticas do terceiro período, como sejam: tabes, dilatações da aorta de origem sifilítica, etc.

“É muito bom remédio também no reumatismo e na gota, e, bem assim, para baixar a pressão sanguínea na arteriosclerose… .

“Para reforçar a ação deste remédio, muitos enfermos adicionam às raspas de guaiaco um pouco de salsaparrilha, que também se usa contra a sífilis, e, bem assim, sassafrás e quina.”

Partes usadas: Talos e casca, por decocção.

Dose: 20 gramas para 1 litro de água; 4 a 5 xícaras por dia.

 

Referências:

BALBACH, Alfons. A flora nacional na medicina doméstica, vol.2. São Paulo: Edições Vida Plena, 11ª edição, p. 649.

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