
Família: Labiadas.
Nomes populares: Lavande, Lavanda.
Características: Erva europeia, aclimatada no Brasil. Caule estirado, esgalhado. Folhas sésseis, ensiformes. Flores amarelas, violáceas, dispostas em círculos.
Aplicação: Recomenda-se para os seguintes casos: anúria, amenorréia, apoplexia, asma, afecções do fígado e do baço, blenorragia, cãibras, clorose, cólicas intestinais, dispepsia, dores de cabeça, enxaqueca, escrófulas, gota, hipocondria, inapetência, icterícia, leucorréia, nervosismo, neurose cardiaca, reumatismo, tonturas, ventosidades.
Aplicam-se topicamente cataplasmas quentes, com folhas cozidas, para acalmar as nevralgias e dores reumáticas.
Parte usada: Toda a planta.
Dose: Uso interno — 8 gramas para um litro de água; 3 a 4 xícaras por dia.
Referências:
BALBACH, Alfons. A flora nacional na medicina doméstica, vol.2. São Paulo: Edições Vida Plena, 11ª edição, p. 446.