ALECRIM-DE-JARDIM (Rosmarinus officinalis, Rosmarinus hortensis, Rosmarinus latifolius)

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Pétrick Gouvêa
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ALECRIM-DE-JARDIM, Rosmarinus officinalis, Rosmarinus hortensis, Rosmarinus latifolius (Foto: Wikimedia commons)

Família: Labiadas.

Nomes populares: Alecrim-romarinho, alecrim, libanotis.

Características: Subarbusto. Folhas opostas cruzadas, sésseis, ensiformes, coriáceas, de bordas voltadas para baixo; verde-escuras, lustrosas na face superior; esbranquiçadas, empubescidas na face inferior. Flores labiadas em pequenos cachos axilares e terminais.

Habitat: Cultivado nos jardins.

Aplicação: As sumidades floridas têm aplicação nos seguintes casos: clorose, dismenorréia, dispepsia, debilidade cardíaca, escrofulose, febres tifóides, gases intestinais, histeria, inapetência, tosse.

Dose: 15 gramas para 1 litro de água, por infusão; 4 a 5 xícaras por dia.

O decocto das folhas é usado, em loção, contra as chagas gangrenosas; em banhos, contra o reumatismo articular.

As folhas secas, reduzidas a pó, são boas para cicatrizar feridas.

As gotas do suco das folhas também são boas para o mesmo fim.

O chá também se usa, com bom resultado, para lavar feridas.

Para combater a sarna, prepara-se uma pomada tomando-se 10 partes de gordura vegetal para uma parte de suco de alecrim.

 

Referências:

BALBACH, Alfons. A flora nacional na medicina doméstica, vol.2. São Paulo: Edições Vida Plena, 11ª edição, p. 442.

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