Família: Labiadas.
Nomes populares: Alecrim-romarinho, alecrim, libanotis.
Características: Subarbusto. Folhas opostas cruzadas, sésseis, ensiformes, coriáceas, de bordas voltadas para baixo; verde-escuras, lustrosas na face superior; esbranquiçadas, empubescidas na face inferior. Flores labiadas em pequenos cachos axilares e terminais.
Habitat: Cultivado nos jardins.
Aplicação: As sumidades floridas têm aplicação nos seguintes casos: clorose, dismenorréia, dispepsia, debilidade cardíaca, escrofulose, febres tifóides, gases intestinais, histeria, inapetência, tosse.
Dose: 15 gramas para 1 litro de água, por infusão; 4 a 5 xícaras por dia.
O decocto das folhas é usado, em loção, contra as chagas gangrenosas; em banhos, contra o reumatismo articular.
As folhas secas, reduzidas a pó, são boas para cicatrizar feridas.
As gotas do suco das folhas também são boas para o mesmo fim.
O chá também se usa, com bom resultado, para lavar feridas.
Para combater a sarna, prepara-se uma pomada tomando-se 10 partes de gordura vegetal para uma parte de suco de alecrim.
Referências:
BALBACH, Alfons. A flora nacional na medicina doméstica, vol.2. São Paulo: Edições Vida Plena, 11ª edição, p. 442.